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“Lugar bonito e de paz”
Avaliação sobre Museu Arqueológico do Carmo

Museu Arqueológico do Carmo
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US$ 21,14*
Excursão essencial em Lisboa: histórias e estilo...
34 de 446 atividades em Lisboa
Certificado de Excelência
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Duração recomendada da visita: <1 hora
Descrição do proprietário: A construção da igreja do Carmo remonta ao ano de 1389, impulsionada pelo desejo e devoção religiosa do seu fundador, o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira. Construída sobre a colina fronteira ao castelo de S. Jorge, pela sua grandeza e monumentalidade, rivalizava com a Sé de Lisboa e com o Convento de S. Francisco da mesma cidade. Desde cedo este espaço religioso foi considerado emblemático da urbe lisboeta e da própria identidade nacional, pelo facto de lhe estar associado o nome de um dos mais famosos heróis portugueses da Idade Média. Ao ter escolhido a igreja do Carmo para sua sepultura, Nuno Álvares Pereira marcou, de forma decisiva, toda a história do monumento gótico. A igreja e o convento receberam vários acrescentos e alterações ao longo dos tempos, adaptando-se a novos gostos e estilos arquitectónicos e decorativos, transformando-se numa das construções mais ricas e poderosas de Lisboa. Em 1755, o terramoto, que abalou com violência a cidade, provocou graves danos no edifício, agravados pelo subsequente incêndio que destruiu quase totalmente o seu recheio. No ano de 1756 iniciou-se a sua reconstrução, já em estilo neogótico, interrompida definitivamente em 1834, devido à extinção das Ordens Religiosas em Portugal. Desse período de reconstrução datam os pilares e os arcos das naves, que são um verdadeiro testemunho de arquitectura neogótica experimental, de cariz cenográfico. Em meados do século XIX, imperando o gosto romântico pelas ruínas e pelos antigos monumentos medievais, optou-se por não continuar a reconstrução do edifício, deixando o corpo das naves da igreja a céu aberto. É assim criado um mágico cenário de ruína, que tanto agradava aos estetas oitocentistas e que ainda hoje encanta os nossos contemporâneos. As ruínas do Carmo transformaram-se, assim, num memorial do terramoto de 1755. O Museu Arqueológico do Carmo, aqui instalado, foi fundado em 1864 pelo primeiro presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). Foi o primeiro museu de Arte e Arqueologia do país, e nasceu dos objectivos de salvaguarda do património nacional que se ia delapidando e deteriorando, em consequência da extinção das Ordens Religiosas e dos inúmeros estragos infligidos durante as Invasões Francesas e as Guerras Liberais. Nos primeiros anos de existência, reuniu um espólio constituído por inúmeros fragmentos de arquitectura e escultura, bem como monumentos funerários de grande relevo escultórico, painéis de azulejo, pedras de armas, e outros tantos objectos de interesse histórico-artístico e arqueológico. Nos finais do século XIX e no terceiro quartel do século XX, deram entrada no Museu importantes colecções de arte e arqueologia de diferentes proveniências, entre as quais se destacam a colecção de epigrafia romana, a colecção de cerâmicas e múmias précolombianas e o acervo originário da escavação do Castro de Vila Nova de S. Pedro, na Azambuja (Calcolítico c.3500 a.C), contando actualmente com cerca de mil artefactos em exposição permanente. Ao longo de mais de um século de existência e de serviços prestados à comunidade científica e ao grande público, o Museu Arqueólogo do Carmo, permanece envolto na sua “aura romântica”, oferecendo um espaço de fruição estética, de cultura e contemplação, em plena baixa lisboeta.
Informações úteis: Escadas/elevadores, Acesso para cadeirante, Banheiros, Atividades para crianças, Atividades para crianças mais velhas
Publicada 3 de maio de 2018

Há apenas o esqueleto da antiga igreja, mas é algo bonito a ser ver. Há um restaurante morro abaixo, a vista é bela. Mais um dos exemplos da antiga arte da construção religiosa de Portugal.

Obrigado, Ayumi A
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25 a 29 de 2.473 avaliações

Publicada 27 de abril de 2018 via dispositivo móvel

Belíssima paisagem e lugar histórico. Vale a pena conhecer em um dia de sol, pois é mais bonito e colorido, sem contar que ao lado ficam mais 2 atrações imperdíveis para quem está visitando Lisboa: Elevador e Museu da Guarda. A Fonte é outro brinde de visual exuberante.

Obrigado, EduDantasSanches
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Publicada 11 de abril de 2018 via dispositivo móvel

Há anos que queria visitar o Museu, mas a oportunidade não surgia. Valeu a pena a espera! Um espaço que nos leva a viajar no tempo e a aprender muito sobre diferentes civilizações e culturas.

1  Obrigado, CarlaM5714
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Publicada 11 de março de 2018

Estas ruinas, são parte do resultado do grande tsunami/terramoto de 1755 que aconteceu em Portugal.
Subir o elevador de Santa Justa, obra de um aluno do grande engenheiro Eifell e parar nestas ruinas, tera uma visão linda da baixa de lisboa e das suas ruas que com os seus telhados vermelhos, fazem lembrar tapetes orientais. Aqui,, podera tambem ter uma visão do resultado de um dos maiores terramotos mundias que aconteceu nesta cidade

1  Obrigado, Margarida V
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Publicada 4 de março de 2018

É como entrar numa bolha do tempo que nos leva ao passado, observar o céu azul de Lisboa por entre aquelas enormes paredes e colunas e imaginar como teria sido o enorme tremer da Terra naquele distante ano de 1755.

Obrigado, MariaNunes2016
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