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“Excelente e muito caro”

Feitoria Restaurante & Wine Bar
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34 de 4.439 Restaurantes em Lisboa
Certificado de Excelência
Faixa de preço US$94 - US$588
Cozinhas Internacional
Mais detalhes do restaurante
Detalhes do restaurante
Opções: Aberto até tarde, Café da manhã, Jantar, Reservas
Bairro: Belém
Descrição: Feitoria Restaurant & Wine Bar Distinguido com uma Estrela Michelin no Guia Espanha e Portugal O Feitoria Restaurante & Wine Bar é um exclusivo restaurante gourmet de cozinha de autor, pelas mãos do Chefe João Rodrigues onde o melhor da gastronomia portuguesa se abre à descoberta das culinárias mais exóticas do Mundo, preservando a autenticidade dos sabores tradicionais. A viagem começa no ambiente de máxima sofisticação e conforto e completa-se na seleção exaustiva dos melhores vinhos.
Avaliou 26 de Agosto de 2017

Restaurante excelente com cozinha de assinatura. Pratos de alta cozinha muito saborosos e bem apresentados. Carta diversa. Boa carta de vinhos. Espaço muito elegante e moderno. Excelente serviço.

Obrigado, Sofia Q
Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do programa TripAdvisor e não da TripAdvisor LLC.
Bruno A, Gestor de Relações com o Cliente do(a) Feitoria Restaurante & Wine Bar, respondeu a esta avaliaçãoResposta em 29 de Agosto de 2017

Caro cliente,

Muito agradecemos o seu comentário tão positivo.
Certamente que as suas palavras serão partilhadas com toda a nossa equipa, e esperamos uma próxima oportunidade para o voltar a receber.

Bruno Arranhado
Feitoria Guest Service

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Avaliações (537)
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4 a 8 de 537 avaliações

Avaliou 3 de Agosto de 2017

Fomos muito lentos a decidir que queríamos lá ir, muitos lestos a partir do momento em que tomámos a decisão.
Havia uma data muito específica em concreto que era necessário antecipar. Era não só meu, mas de uma série de gente, o sentimento de que o Feitoria iria duplicar o seu galardão, e com isso os preços, listas de espera e expectativas, iam-se todos alterar. Era desnecessário.
Embora a hipótese não se tenha concretizado (provavelmente a aposta menos ganha da noite, a única decepção é precisamente essa: eles merecem!
Noite de chuva, mesa à janela sobre aquele descampado de relva em tufos, os dois alinhamentos de árvores laterais e os candeeiros altos, da exposição do mundo Português, com as suas lâmpadas de alta pressão de Sódio, que dão apenas laranja e rosa, transformando tudo à sua volta.
Faltou talvez a lareira, mas não era esse o propósito da noite.
.
Feitor é aquele que faz, executa, cria, inventa. Deve ser um clube concerteza, porque por aqui essa matéria abunda a cada rodada.
Uma recepção cordial, uma mesa grande (muito grande apenas para dois), sem talheres, sem aparelhagem. Continua a chover lá fora e necessitamos de quem nos aqueça cá dentro.
No caminho para a mesa ao fundo, central com o corredor, uma preciosidade. Algo que desvia logo o olhar, aligeira os lábios para o sorriso, suscita curiosidade: uma prensa para o Caneton do Tour d'Argent. Falamos de um equipamento de tortura, uma prensa desenhada para estar ao lado de uma mesa, em que após serem servidos os peitos e coxas de um pato, a carcaça, incluindo ossos, pele e entranhas, são ritmadamente apertadas, e apertadas, com estalidos vários de partes a partirem-se e a serem espremidas, e apertadas, enquanto por baixo saem, para um recipiente adequado, todos os “sumos” da pobre ave. Normalmente a seguir, manteiga e cognac, acabam por fazer o efeito e a coisa serve-se. Deixando ou não trauma nos comensais. Para todos efeitos, é coisa de sonhos! Intriga também. para que servirá aqui?
Não serviu para o primeiro da noite:
Melão infusionado com hibiscus e lima. Dois pequenos cubos de um vermelho quase fluorescente, como a melancia, mas de uma textura semelhante à que encontramos no lokum turco. Limpa tudo o que é anterior, prepara-nos para começar a noite. Respirar profundamente. limpo.
As manteigas eram lustrosas, quer a de ovelha quer a de vaca. Por vezes não é necessário inventar demasiado, especialmente quando a matéria prima é de óptima qualidade. O mesmo é válido para o azeite.
Quase em simultâneo aparecem a tarte de rabanete e a copita. Ainda agora começámos, mas apesar das formas, dos elementos escultóricos em que são servidos, os sabores são familiares, não possuem um exotismo que muitos consideram vital. Sai um segundo sorriso.
Continua a não haver nem talheres nem guardanapo. Há uma toalha enrolada aquecida, mas isso é para as mãos, ou para fazer a barba, mas ali não faz muito sentido fazer a barba. Um leve aceno de cabeça evidencia a questão que se resolve em segundos.
Novamente mais dois ao mesmo tempo: Pastel de massa tenra e os alhos e bugalhos! Literalmente! Procurar os alhos (negros por sinal), pelo meio dos bugalhos, encontrar um massa tenra miniatura, que é de longe melhor que “os pasteis de massa tenra” de Lisboa.
Os sabores continuam a ser optimamente conhecidos e reconhecidos, a velocidade do serviço é ligeiramente impositiva, que estes dois são um pouco para o lentos.
Salmonete, Pera Nashi, aipo e romã. O salmonete, é sem dúvida uma das coisas saídas do mar com mais sabor, e tenho muita pena que as “regras internacionais” obriguem ao seu serviço em filete. Isto de fora do rectângulo as pessoas por definição não saberem arranjar peixe é uma chatice. Ingrediente não nacional: Nashi. Perã. Maçã. Japoneses, com os seus níveis de radiação elevados. O aipo contrastante e o sumo transparente e colorido da romã.
Momento alto. Ouvem-se as rodinhas, e a dama de ferro aproxima-se da mesa. Levanto-me, desato a aplaudir e pergunto se posso torturar eu! Não. Nem posso, nem quero, nem faço nada do que está na frase anterior. Regozijo apenas, e vejo as vítimas perante mim: são carabineiros! Que molho! Que textura. Tragam mais. Felizmente sobra pão na mesa. O prato vai limpo de volta para a copa. Bem limpo.
Vem o robalo, puré de feijão branco e yuzu, bivalves e gamba da costa. E está bom. Mas eu ainda estou a pensar no carabineiro e na maquineta medieval que entretanto recolheu às boxes. Dá para passar o robalo ali por dentro? Não faz sentido, que ele está bastante firme. E o yuzu? Como é estrangeiro podiamos torturá-lo também! Também não faz sentido. Ficamo-no por aí.
Antes de chegar o próximo à mesa, já se sente o seu odor. Voltamos aos momentos memoráveis, sendo aqui a dúvida, sobre se é apenas mais um ou a história em si.
Os cogumelos, já os tinha visto nas redes sociais na semana anterior ao jantar. Que iam compor a gema, cogumelos silvestres, espargos e tutano, ignorava. Há pratos que por vezes são simultaneamente indescritíveis e memoráveis. Não tendo propriamente dificuldade com palavras, não deveria ser assim, mas tenho receio de não conseguir as expressões mais justas para o fazer. Este vale a viagem seguramente. Vale estar ali e comer, uma e outra vez, quando disso for época.
Pombo, figo, maçã riscadinha de Palmela e molho de fígado. Não é hoje comum a carne de pombo. A espécie tornou-se invasora das cidades e o público urbano revê-a assim. Esquece que a época de caça para o bicho também existe, e as migrações ainda que de curta distância idem. É bem mais fácil servir codorniz (mais barata, previamente desossada se necessário, com uma fiabilidade absoluta), mas também é fraca a concorrência, com peitos mais baixos, logo tendencialmente mais secos, carne mais acre e com menos sabor. Uma óptima escolha à qual falta concorrência.
“Matança do Porco”. Muito provavelmente outro prato a não esquecer, com apetência para clássico. Manter a simplicidade. O prato, mate, na sua composição absorve a beterraba feita Pollock, feita Dexter. O “splatter pattern” indicia a queda abrupta, a explosão central do naco de carne para todos os lados. Nada disto acontece e a visão toma conta de tudo o que é série de TV. Muito para além do aspecto no entanto são os sabores. Fortes e vincados, como se quer. Eventualmente demasiado para quem aprecia as coisas apenas “semi”.
Começam os doces, pelo dragão. O sempre lúdico efeito de comer algo, que acabou de ser pescado de azoto líquido, e que depois cada um “bufa” como quer! Pendurado num galho de Ex-Bonsai, em noite chuvosa e de Inverno, tudo aparenta fazer sentido. Embora esteja, literalmente: gelado.
Mais contido nas formas, mas muito menos nos sabores, a Beterraba, framboesa, e vinagre balsâmico envelhecido compõem um final feliz e desejado.
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Quase só homens. Um hóspede sozinho, que come paulatinamente, aproveita cada garfada, funciona não só o palato e a visão, como também os ouvidos. Quase tudo estrangeiros. Um ou outro casal.
O painel Nambam dá-nos as boas vindas, a recordar onde estamos, entre que monumentos e momentos históricos se encontra esta unidade. Os dourados continuam pela sala dentro, particularmente nas mesas de luz do tecto. Talvez seja uma boa altura para rever parcialmente a decoração. A sala relativamente pequena, possuí dois níveis que permitem visualizar o jardim privativo lá fora e eventualmente o rio, muito ao fundo, através das amplas vidraças, para onde convergem os olhares.
Uma parede em malha metálica, não deixa perceber o que se passa no interior: parcialmente garrafeira, parcialmente despensa, alguma azáfama mas apenas em esparsos momentos.
O serviço impecável como se deseja, eventualmente mais comedido que o normal (como se esta refeição tivesse algo de normal). Por vezes entrosa-se mais do que outras e se na sala isso não aconteceu tanto, já o João Rodrigues, deu-nos o prazer de nos receber posteriormente na sua sala de trabalho, onde apesar da hora da noite, ainda apresentava um grande sorriso.
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É continuar a trabalhar como sempre: bem.
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#zomato50 #batalha2estrelas #lisbonsfinest #leromance #ovocru

2  Obrigado, OVOCRU_LX
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Bruno A, Gestor de Relações com o Cliente do(a) Feitoria Restaurante & Wine Bar, respondeu a esta avaliaçãoResposta em 9 de Agosto de 2017

Caro cliente,

Desde já começar por agradecer o seu comentário, ponderado e rigoroso, e que muito satisfeitos nos deixa ao saber que a sua experiência no nosso restaurante foi excelente.

São estímulos como este que nos motivam a continuar o nosso trabalho.
A sua opinião será partilhada com a nossa equipa e ficamos todos na expectativa de lhe voltar a dar as boas-vindas em breve.

Bruno Arranhado
Feitoria Guest Service

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Avaliou 31 de Julho de 2017 via dispositivo móvel

Espaço hoteleiro de excelência, dos melhores restaurantes que conheci, requinte e pormenor. Aconselho para momentos especiais :)

Obrigado, Teresa M
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Bruno A, Gestor de Relações com o Cliente do(a) Feitoria Restaurante & Wine Bar, respondeu a esta avaliaçãoResposta em 2 de Agosto de 2017

Caro cliente,

Desde já agradecemos imenso o tempo dispensado e tão amáveis palavras.
São estes comentários tão positivos que motivam a nossa equipa a todos os dias fazer mais e melhor para que a experiência dos nossos clientes seja sempre de excelência.

Esperamos pela sua próxima visita.

Bruno Arranhado
Feitoria Guest Service

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Avaliou 18 de Junho de 2017

Ao chegar no Feitoria ja se vislumbra a vista do Tejo
servico impecavel e tres opcoes de menu, um deles vegetariano
Optamos por um menu mais amplo e fomos bem-sucedidos
Da apresentacao, super inovadora ao sabor dos pratos, tudo perfeito
Uma prensa para tirar o caldo das cascas dos "carbineiros" a uma arvore em que servem a sobremesa, só encantos
Nāo se trata apenas de uma apresentacao, mas tb de uma comida muito bem elaborada, com molhos delicados, realçando o sabor dos pratos.
Foi uma experiencia extraordinaria .

Obrigado, monicalopes502
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Bruno A, Gestor de Relações com o Cliente do(a) Feitoria Restaurante & Wine Bar, respondeu a esta avaliaçãoResposta em 26 de Julho de 2017

Caro cliente,

Muito agradecemos o tempo dispensado e tão amáveis palavras.

É um enorme motivo de satisfação para toda a equipa do restaurante Feitoria, saber que a sua experiência connosco foi um verdadeiro sucesso. Esperamos ter a oportunidade de o voltar a receber para provar uma vez mais a nossa "comida muito bem elaborada".

Bruno Arranhado
Feitoria Guest Service

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Avaliou 25 de Maio de 2017

Lisboa necessita de locais como este, de excelência. E temos poucos.
O serviço prestado por gente muito bem formada e simpática é impecável .
A comida de nível gourmet superior é excelente: qualidade selecionada e frescura.
O 'couvert' é composto de pães e manteigas diferenciados.
Os 'mise en bouche' são servidos como surpresas do chefe João Rodrigues e neles podemos identificar diferentes sabores combinados de forma artística e colorida.
Como prato principal comemos cherne cozido no vapor acompanhado de legumes salteados numa composição muito bonita. A qualidade é soberba.
As sobremesa são todas tentadoras; diferentes, muito bem apresentadas e de sabores que permanecem sem amargo.
A carta de vinhos sendo limitada apresenta excelentes escolhas. Destacam-se o champanhe Billecart-Salmon e o tinto Dona Berta reserva, vinha centenária,
A sequência do serviço é efetuada a ritmo adequado com os intervalos certos.
O preço é elevado, compatível com o prazer e qualidade de uma refeição no Feitoria.

    • Custo-benefício
    • Atendimento
    • Comida
Obrigado, Eurico P
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Bruno A, Gestor de Relações com o Cliente do(a) Feitoria Restaurante & Wine Bar, respondeu a esta avaliaçãoResposta em 27 de Maio de 2017

Caro cliente,

Muito obrigado pelo seu comentário tão positivo.
É para nós motivo de grande satisfação saber que a sua experiência correu pelo melhor, que gostou muito dos nossos pratos e selecção de vinhos.
Esperamos por si em breve para lhe voltar a proporcionar uma refeição de alta qualidade no Feitoria.

Bruno Arranhado
Feitoria Guest Service

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