Meu primeiro desafio foi localizar o balcão da TAP Portugal no imenso espaço destinado ao chek in das mais diversas companhias aéreas. Contei com a ajuda de uma comissária que encontrei pelo caminho, que me informou o local exato.
O balcão é bem pequeno, possui um guichê para atendimento da classe econômica e outro para os clientes vips. Filas quilométricas nos dois guichês, ou seja, muito tempo de espera.
Um fato que me chamou a atenção é que os atendentes dos guichês não falavam português. Isso gerou mais demora, diante de filas com um número significativo de clientes/viajantes de Portugal, terra de origem da TAP, a maioria, idosos.
Para embarcar, mais contratempo na organização dos viajantes para acesso, de fato, ao portão de embarque. O problema foi resolvido com a chegada de um funcionário da TAP, poliglota, que conseguiu orientar e organizar as filas.
Em Lisboa, tive que pernoitar para embarque no dia seguinte, com destino a Brasília. Essa é mais uma oportunidade de melhoria para a TAP, implementar mais voos, de forma que não seja obrigatório pernoitar em Lisboa.

