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Santiago Fórum: Retorno a Santiago.

Aracaju
Colaborador nível
1 publicação
44 avaliações
Retorno a Santiago.

Ponderei a experiência de minha última viagem e, em melhor companhia decidi revisitar o que já conhecia, e visitar o que tinha deixado pra trás. Desta feita, peguei um vôo da TAM saindo de Aracaju, com troca de aeronave em Guarulhos. Saí às 3 da manhã e às 13,30 descia suavemente no aeroporto de Santiago. Dólares comprados em Aracaju, pesos comprados em Guarulhos, comecei deixando CLP19000 para o taxista me levar do aeroporto até o hotel, ao lado da estação do metrô Santa Lucía.

DICA: Há um sistema de vans que faz o transfer para os hotéis por CLP13000

O Hotel Mercure, da rede Accor, era pra ser um must na viagem, mas estava em reforma. A recepção foi meio seca e de saída nos exigiram um depósito de U$700. Não houve uma pessoa para nos ajudar com a bagagem ou para nos indicar onde eram os elevadores ou o nosso quarto, mas reconheço que foram solícitos para atender todas as nossas reinvidicações. Saímos para almoçar em algum restaurante das proximidades. O taxista nos indicou o La Picola Itália, distante umas três quadra do hotel. Não foi uma experiência muito agradável, tanto no que se refere ao atendimento, como à comida em si. Não recomendamos.

DICA: Se optar pelo Mercure, associe-se ao Le Club Accor e ganhe pontos para as próximas hospedagens. Café da manhã muito bom. Torça para ter suco de “chirimoya” – uma delícia. Internet grátis por 3 dias, mas renovam sem cobrar

No dia seguinte, fomos passeando até a Plaza d’Armas, que se encontra cercada de tapumes para reforma. A catedral, da mesma forma, tem sua fachada reproduzida em banners gigantescos que escondem os andaimes das obras de manutenção. Mas podemos apreciar o exterior dos prédios, visitar a catedral, e a fachada de diversos prédios do centro histórico, que não estavam abertos por ser domingo. De lá voltamos andando até o Cerro Santa Lucia, onde um grupo de estudantes universitários nos informou ser aquela data o dia da cultura no Chile, com entrada gratuita em todos os museus da cidade. Pegamos o metrô e descemos na estação Los Leones, onde se localiza o restaurante giratório, local onde tínhamos feito reserva ainda no Brasil, através do Skype. Foi nossa primeira refeição decente desde o início da viagem. De lá, pegamos o metrô até Belas Artes, aproveitando a gratuidade para a visita. À tarde tomamos uma cerveja no barzinho “Bizarre” na calle Las Monjitas

DICA: Peça o menu dos executivos. Duas opções de pratos, incluindo entrada, prato principal, sobremesa e cafezinho por CLP9200/pessoa. Peça ao garçon pra tirar sua foto... Cerveja: experimente a royal guard.

Terceiro dia: Pegamos o metrô até a estação Puente Cal y canto e fomos visitar o Mercado Central. Muitas lojinhas de artesanato e restaurantes que disputam sua preferência. Preferi não arriscar. Fomos andando pelo parque florestal até o Pátio Bellavista. De lá fomos a la Chascona (casa de Pablo Neruda) e ao funicular que leva ao alto do Cerro San Cristóbal, apenas para descobrir que ambas estavam fechadas na segunda-feira... Voltamos ao Pátio Bellavista e almoçamos num restaurante chamado Barrica94. Anotem aí em suas agendas. O melhor preço e o melhor atendimento do lugar. Porções super generosas e um lugar bastante agradável. De lá andamos até Baquedano e pegamos o metrô até La Moneda, onde também tínhamos agendado uma visita guiada. Visitamos o centro cultural la Moneda e ao nos apresentarmos para a visita ficamos sabendo que a mesma tinha sido suspensa porque alguns embaixadores estrangeiros tinha ido entregar suas credenciais à presidente, e os salões estavam ocupados. Nossa visita foi adiada para as 17h (depois constatamos que nos enviaram aviso via e-mail). Saímos então para conhecer a Plaza de La Constituicion, onde estava havendo uma Feira Tecnológica e de onde pudemos assistir a guarda do palácio em formatura para a solenidade que estava ocorrendo. Às 17 a visita se deu normalmente, com o guia muito simpático explicando todas as curiosidades do lugar.

DICA: Agende a visita guiada com antecedência de 10 dias. É permitido fotografar tudo. Não é permitido o uso de flash ou qualquer tipo de gravação.

Quarto dia: Voltamos a La Chascona. Lembrei muito de Heráclito “Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio”. Em minha última visita, perguntei por que não havia a venda livros de Neruda em Português, e me disseram que “não tinham saída”. Levei então meu exemplar de “Confesso que Vivi” na esperança de obter um carimbo da fundação Pablo Neruda. Pois bem: não existe mais o carimbo. Não passei da loja de souvenirs. Voltei decepcionado. No caminho, paramos em uma farmácia à procura de um antigripal. É claro que não encontramos nada conhecido, mas a farmacêutica foi muito solícita e verificou pela internet se havia algo semelhante a Coristina ou Benegripe para nos fornecer. Pegamos o funicular até o alto do Cerro San Cristobal, de onde se tem uma vista espetacular de toda a cidade e da poluição que paira sobre ela (muitas vezes escondendo os Andes). Quando descemos, pegamos o metrô até o Shopping Costanera – seis andares de shopping center!

DICA: leve seu passaporte e obtenha uma pulseira que dá direito a desconto em diversas lojas. Pergunte no seu hotel antes de ir. Alguns fornecem um papel que também dá direito a descontos.

Quinto dia: Decidimos visitar a vinícola Santa Rita. A empresa de turismo Turistik pede a módica quantia de 39000pesos por pessoa pelo passeio. Nos pegamos o metrô até a estação Las Mercedes, e de lá pegamos o Metrobus que nos deixou na porta da vinícola por 1200pesos (2 passagens). Pagamos o tour (10000/pessoa) incluindo a taça gravada que é dada como brinde. Ou seja: entre ida e volta gastamos 22400 + 4 passagens de metrô, em lugar dos 78000 que a empresa de turismo nos pediu. As orientações estão na própria página da vinícola na internet. Vale a pena a visita. (O mesmo pode ser feito com a Undurraga a Cousino Makul e a Concha y Toro) Aliás, para ir à Santa Rita, passa-se na porta da Concha y Toro.

DICA: Se você não quiser fazer uma nova visita a vinhedos, subterrâneos, adegas, etc., basta passar nas lojinhas das vinícolas e comprar os vinhos ou as taças gravadas.

Sexto e último dia: Fomos às compras nas lojas da região central. O cidadão apregoava os descontos dizendo “Solamente...” e eu só lamentava o tanto que estava andando... Mas até que foi proveitoso e divertido. De volta para o hotel para arrumar as malas, pois o vôo era cedo, no dia seguinte. Tão cedo que nem deu pra tomar café no hotel...

DICA: Leve sapatos confortáveis!!!

Tudo que as empresas de turismo lhe oferecem você pode conseguir a um custo menor fazendo por conta própria. (Exceto, talvez, Valle Nevado). O ônibus turístico que percorre a cidade lhe cobra CLP20000/pessoa e só dá direito a um único dia de utilização. Metade você pode fazer a pé e o resto de metrô. Os restaurantes do Mercado Central são para turistas, isto é: estão preparados para lhe cobrar caro. Compre o Cartão BIP e o carregue com uns CLP5000 no metrô. Vai lhe evitar muitas filas.

Boston...
Colaborador nível
5.871 publicações
Equipe do TripAdvisor
1. Re: Retorno a Santiago.

Olá Sergio,

Bem-vindo ao fórum de Santiago. Obrigado por compartilhar suas dicas de viagem!

Barbara

Equipe de Suporte do TripAdvisor

2. Re: Retorno a Santiago.

-:- Mensagem da equipe do TripAdvisor-:-

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Removido em: 16 de Outubro de 2015, 04:17
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