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Emirados Árabes Fórum: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

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Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Segue um resumão que eu preparei e publiquei para amigos de nossa viagem para Dubai neste mês de agosto. Voltei com vontade de ir de novo.

Nossa viagem para Dubai começou quase oito meses antes. Começou com um anúncio em um site de viagens de uma promoção para Dubai com vôo e hotel incluídos, totalizando mais ou menos R$ 3.000 por pessoa. À princípio, pensei em indicar para amigos que estariam se casando em breve como sugestão para lua de mel. Depois, fomos vendo se os preços eram aqueles mesmos, vimos que a passagem aérea era cara e a promoção tava valendo a pena, mas aí vimos que os hotéis apresentados não eram assim tão bons, e fomos vendo os hotéis maravilhosos de Dubai. Aí fomos picados pela mosquinha azul da vontade de viajar pra lá! Vimos que fazendo a viagem avulsa, poderíamos conseguir a passagem por um preço bom e escolher os hotéis que quiséssemos! Vimos que a maioria dos hotéis da cidade era 5 estrelas e que os preços não eram tão altos assim e que poderíamos escolher um hotel super bom por um preço excelente. Aí desistimos do pacote e fomos montando nosso próprio itinerário.

Aí começamos a também a ter custos extras rsrsrrsrsrs. A começar pela passagem aérea, que desistimos de uma com menor preço para fazer uma escala de 12 horas em Londres na ida e uma menor na volta, para irmos direto, sem escalas, pela melhor empresa do mundo e com facilidade de obtenção do visto: a Emirates. Foi a primeira decisão acertada da viagem. Impulsionados pela necessidade de visto, cujo processo é feito diretamente com a Emirates quando a passagem é comprada com eles, pagamos um pouco mais caro para podermos, também, voarmos no maior avião de passageiros do mundo, o A380, que iniciaria os vôos no Brasil para Dubai. O visto, aliás, hoje parece ser uma mera formalidade, uma vez que já há um acordo entre Brasil e Emirados Árabes para extinguir essa necessidade. Basta apenas ser aprovado no Congresso brasileiro, o que aí deve demorar tempo... Após comprada a passagem pela Emirates, aguardamos o prazo máximo para solicitar o visto ( 58 dias antes da viagem), preenchemos um formulário no próprio site, enviamos os documentos digitalizados, pagamos a taxa, e o visto foi emitido menos de 2 dias após a solicitação. Tudo muito prático e rápido, sem necessidade de patrocinadores externos, que é a dificuldade quando a passagem não é comprada pela Emirates. Nesse outro caso, é necessário que o hotel ou alguma agência de viagem se responsabilize pela obtenção do visto, o que pode demorar um pouco mais, ser mais complicado e ter mais custos, mas isso não sei dizer ao certo.

Como disse antes, escolhemos ir no A380 para Dubai para ter essa experiência de viajar no maior do mundo. Para isso, tivemos que colocar nossa partida de São Paulo, embora tenha vôos diários direto do Rio para Dubai, mas é um avião normal. Ficamos sabendo, depois, para nossa sorte, que a passagem estava com um preço bom, pois era uma promoção do vôo inaugural de SP para Dubai com o A380. O preço saindo do Rio ou de SP era mais ou menos o mesmo, tanto saindo do Rio quanto de SP, o que não dificultou em nada nossa decisão. O avião é um monstro, incrível! Dois andares, uma escada suntuosa para os imortais da primeira classe e executiva, que leva a um andar todinho deles. Não foi nosso caso, infelizmente. Porém, ficamos bem acomodados nas poltronas da classe econômica, uma vez que o avião não estava lotado e as poltronas do nosso lado vazias. A decolagem e o pouso são incríveis e quase assustadores. Na subida, o avião parece que não vai ter forças para ficar no ar. No pouso, dá pra sentir o golpe que as rodas dão no solo. Eu fiz um vídeo, foi incrível! O serviço de entretenimento a bordo é ótimo. Muitas opções, inclusive com câmeras em tempo real do exterior do avião (foi com uma delas que eu consegui registrar o pouso). Claro que o suporte do A380 é melhor do que no avião convencional que voltamos, mas, de todo modo, o serviço de bordo é excelente, e não se diferencia de um avião para outro. Tanto na ida quanto na volta, a tripulação serve de tempos em tempos água e refeições. São três refeições (café da manhã, lanche e almoço) nas mais de 14 horas de vôo, com bebidas à vontade, incluindo vinhos e cerveja. As comidas são realmente muito boas, principalmente quando lembramos que é comida de avião. O Kit viagem dos vôos é bem bonitinho. Tem Wi-fi disponível, com uma franquia livre de 2 MB e depois pagamento de 7 dólares para usar 150 MB. Não é uma conexão super rápida, mas suficiente para se manter conectado lá em cima, o que é bem legal. Não está disponível o tempo todo, e em algumas partes, principalmente no oceano, não há sinal.

Chegamos pontualmente em Dubai, sem qualquer tipo de problema. Reservamos antecipadamente um motorista pelo site da Emirates, que nos aguardava no aeroporto, e fomos rapidamente conduzidos ao hotel, admirando a noite linda que fazia na cidade, reconhecendo por dentro do carro as imagens que tanto vimos nos meses anteriores de pesquisa para a viagem, seus arranha-céus, suas luzes, seus caminhos, em uma grande excitação. Fizemos esta reserva do motorista com receio de alguma dificuldade na chegada na cidade, como outra cultura ou dificuldade de encontrar táxis. Pois não há. Todos na cidade falam inglês! É mais comum se ouvir inglês do que árabe. Assim, acaba sendo muito difícil para o turista que não fala nada inglês, pois não há outra língua alternativa, como se tem nos EUA e na Europa. Em Dubai ou é inglês ou árabe. Sobre a dificuldade com táxis, não há qualquer. Todos os motoristas são muito educados e gentis. E tudo é muito seguro, com facilidade grande de se encontrar táxis nos pontos, como no aeroporto e em shoppings. Adianto que táxi não é tão barato como se fala, as corridas são longas, as distâncias grandes na cidade, e o preço não é nada baratinho.

Ficamos em 3 hotéis em Dubai. Isso porque dividimos a viagem em duas partes. A primeira parte foi de muita andança e muitos passeios, para quase não ficar no hotel. A segunda parte seria de curtição, muita água, praia, piscina e muito tempo dentro dos hotéis, que são atrações por eles mesmos. Por isso escolhemos nos primeiros 4 dias ficar em um hotel bom e de localização adequada aos passeios que tínhamos agendado, e não muito caro. Por isso escolhemos o Roda Al Murooj, hotel confortável, com ótimo atendimento e boa estrutura, com localização privilegiada, próximo ao Dubal Mall e de estações de metrô. É um hotel 5 estrelas, mas não com o luxo dos hotéis famosos. Água, como na maioria dos hotéis é cortesia.

Foi nesse hotel que ficamos para conhecer boa parte das atrações de Dubai. Como ficava bem perto do Dubai Mall (dá para ir andando, mas adianto que sob um calor fortíssimo), fomos lá umas 3 vezes e fizemos lá boa parte de nossas refeições nos primeiros dias. O Dubai Mall, o maior shopping do mundo, à princípio me pareceu bem comum, talvez um pouco maior que o Barra Shopping. Quanta ilusão!!! Nós andávamos e andávamos e sempre tinha um corredor novo, sempre com lojas divididas em setores. O shopping é imenso, não dá pra conhecê-lo em um dia apenas. Têm lojas de uma infinidade de coisas. É um shopping bastante caro, com muitas marcas famosas, muito luxo e poucas opções de compras para os reles mortais, e com preços muitos discrepante (chegamos a comprar água por 1,50 e por 10 dirhans). Até na loja de doces, Candylicious, tudo é muito caro. Mas é impossível entrar e não levar uma balinha.

Dentro do Dubai Mall ficam 2 atrações pagas (Aquario e Burj Khalifa) e no seu exterior a Dubai Fountain, a fonte de show das águas, que é incrível, emocionante... e de graça!!! É um balé das águas todos os dias após às 18:00, de 30 em 30 min, sempre com uma música diferente. Lindo!!!

Para o Dubai Aquarium compramos os tickets pela internet, em um combo promocional do Dubai Aquarium e o Burj Khalifa, e tivemos que apenas retirar os tickets na bilheteria. Como era uma terça-feira, e não sendo alta estação para eles, quase não tinha fila. Ver pelo vidro do shopping, do lado de fora do aquário, já vai ser lindo. Mas entrar compensa muito. Fizemos apenas visita de observação, com tubarões e arraias passando por nossas cabeças e vários peixes coloridos e de diversas formas, mas há possibilidade de fazer mergulhos e passeios. O observatório é comparativamente pequeno com o Aquário todo, apenas um corredor, mas é muito lindo. De lá, saímos para um passeio pela vida de uma floresta tropical. Um pouco de contrassenso sair do Brasil para ver esse tipo de atração. Mas funcionou bem. Crianças devem adorar ambas as atrações. Alerto que tudo lá dentro é muito caro, as lembrancinhas têm preço bem salgado. Tudo muito bonitinho, mas uma foto sai a 100 dirhans.

Ainda por dentro do shopping, e para a segunda parte do nosso combo, seguimos ao topo de Dubai, o Burj Khalifa. Compramos a subida até os andares 124 e 125 do maior edifício do mundo, para o fim da tarde, tipo 17:00, e os horários posteriores, para ver o pôr do sol já estavam esgotados, mesmo sendo mais caros. Por isso é bom comprar pela internet antecipadamente. Tem a opção de subir ao andar 148, mas é mais restrito e BEM mais caro. Já consideramos subir ao andar 125 alto o suficiente. É muito cheio e com sorte se encontra um lugar mais ou menos vazio para uma foto. Não dá pra ver as palmeiras artificiais da praia de Jumeirah (aquelas palmeiras no meio do mar construídas artificialmente por aterro no mar), pois é bem distante e uma nuvem de poeira na cidade também atrapalha. Mal da pra ver o Burj Al Arab, o hotel mais famoso do mundo. Não aguardamos o pôr do sol, pois estávamos muito cansados, mas havia várias pessoas que esperavam por isso, o que nessa época acontece perto das 19:00. Mas o interessante do Burj Khalifa está também no que não se vê, como, por exemplo, a experiência de andar no elevador mais rápido do mundo. Em menos de 1 minuto, com o display contando um por um os andares, chegamos e descemos. Com essa velocidade altíssima não dá pra fugir do incômodo de uma dorzinha no ouvido. A diferença de pressão é muito grande e rápida, e os ouvidos sentem. E a maior crítica que faço é em relação aos preços dos gifts. Lá em cima os preços literalmente vão às alturas. Muito, muito caro!!! O melhor é fazer é deixar para comprar as lembrancinhas de Dubai nos mercados lá embaixo, na cidade.

O melhor local para compras locais é Deira, uma região afastada dos arranha-céus da cidade, mas com muito movimento de comércio, onde ficam os famosos mercados de ouro e especiarias. Fomos até lá de táxi, e descemos do outro lado do Creek, que é um canal que divide a cidade. Neste dia eu senti realmente o calor da cidade. Embora fosse sempre muito quente, estivemos antes em ambientes climatizados e andamos pouco tempo no calor. Mas a região de Deira, com muito calor e muitos vendedores tentando empurrar qualquer coisa, me deixou bastante irritada, principalmente no mercado das especiarias, com vendedores mexendo com mulheres. Não há restaurantes fáceis, lugar para sentar, comer e beber e descansar, o que torna tudo muito cansativo. Os preços realmente eram bem melhores do que nos pontos turísticos principais, com uma grande variedade de produtos com os mais variados preços e qualidade. Do mercado de ouro não comprei nada... era tanta loja, tanta coisa, tanto calor também que não dava nem pra querer algo específico. Depois de caminhar pelos mercados, pegamos uma espécie de barco, o Abra, para atravessar o Creek. Do outro lado, mais comércio, muitos souvenirs, e o Dubai Museum, um museu simples, mas bem interessante, que conta a origem do povo de Dubai. Muito interessante, pois há figuras representativas em tamanho real dos moradores de tempos de outrora, o que nos permite entrar no mundo deles, de acordo com os cenários montados. Uma visita barata, simples e muito legal, mas sob um calor intenso nas partes externas do museu.

Durante o tempo que passamos no primeiro hotel, tivemos tempo, ainda, de ir um dia inteiro a Abu Dhabi, conhecer a grande Mesquita Sheikh Zayed e o Ferrari World. Pegamos o metrô e fomos até à estação Ibn Battutta, que é de um shopping bastante movimentado, mas mais afastado da parte turística da cidade, e que, por isso, tem preços muitos bons para compras e infinitamente mais baixos que os do Dubai Mall. O metrô é fantástico! Limpo, rápido e bonito. As estações são muito confortáveis e amplas. Ao descermos na estação, tínhamos duas opções para irmos a Abu Dhabi: pegar um táxi, que daria em torno de 210 dirhans ou pegar um ônibus, que estava saindo naquele momento e custaria 70 dirhans para os dois. Pegamos o ônibus, que saiu um pouco antes das 10 e chegamos na parte central de Abu Dhabi às 11:30. Pegamos um táxi e fomos para a Mesquita. Um luxo só, que lugar bonito! Tive que colocar uma burka, uma vez que meus braços e cabeça não estavam tampados com minha roupa. Existe um vestiário que algumas mulheres organizam e fornecem a vestimenta para as visitantes. Só as mulheres devem usar, os homens bastam apenas estar de calça e camisa. Um calor danado debaixo daquela vestimenta! Como as mulheres sofrem!!! Mais ainda aquelas que devem usá-la constantemente! A Mesquita é muito grande e bem cuidada, contudo o que mais me impressionou foi o cuidado dos organizadores em receber os visitantes e não incomodarem os que estão ali para fazerem suas orações. As áreas de visita são distintas e os visitantes não se misturam e não têm acesso à área dos muçulmanos. Percorremos alguns corredores da Mesquita, com 3 ou 4 salões enormes e muito bem decorados, andamos pela área comum com um imenso átrio principal ao ar livre na parte interna e na parte externa com grandes piscinas, e fomos embora. Não há qualquer venda de souveniers ou até mesmo bebidas e comidas, ou seja, não é um passeio com fins turísticos, mas sim para apenas dar conhecimento do local a todo mundo. Por isso, somado ao calor intenso, a visita é rápida. Destaca-se o esquema de segurança do local, com revistas na entrada.

Saímos de lá, pegamos outro taxi e fomos ao Ferrari World, que é um imenso parque temático indoor com um viés de museu da empresa, muito bem construído e gostoso. Chegamos lá perto de meio dia, fomos à bilheteria trocar os tickets, conseguimos um Upgrade anterior de ingressos gold, os quais permitiam que não pegássemos fila. Nesse dia, uma quarta-feira, o parque estava bem vazio, nem seriam necessários os tickets ouro, se acaso não tivéssemos conseguido o Upgrade. Mas como tivemos, usamos e foi ótimo! Alguns brinquedos não iríamos certamente se tivéssemos que pegar fila. O parque tem poucas atrações de brinquedos, sendo a principal delas a Fórmula Rossa, a montanha russa mais rápida do mundo. Confesso que, embora estivesse muito animada, não gostei muito. Fiquei muito tensa, não relaxei, não gritei e não quis repetir, embora tivéssemos a facilidade de furar a fila quantas vezes quiséssemos. Este era o brinquedo mais procurado. Outros tinha pequenas filas. Fomos em um passeio virtual 3D, que embora tenha ficado bastante enjoada, fui duas vezes porque Patrick adorou. Mas o que eu mais curti foi entrar num carrinho e passear pelas estradas da Itália. Curtimos o parque, que tem vários restaurantes, fomos na loja de souvenirs, com preços altíssimos dis produtos da marca, e o mais gostoso: tiramos foto dentro do carro de F1, vestidos a caráter. Foi super legal, funcionários bastante atenciosos e educados.

O grande passeio em Dubai, contudo, é o safári no deserto, onde pudemos ver o pôr-do-sol, jantar em um acampamento e andar de camelos. Escolhemos a agência Arabian Adventures, uma empresa muito bem avaliada. E foi mesmo assim. Nos pegaram no hotel na hora marcada, e fomos numa longa viagem até uma reserva beduína. Da região hoteleira de Dubai até a reserva gasta-se, mais ou menos, 1 hora. Chegando na reserva, encontramos uma longa fila de carros que seguem em comboio pelo deserto, após esvaziarem seus pneus. Antes de nos aventurar nas dunas do deserto, paramos para ver um show com falcões e tirar fotos com camelos. A empresa serve, inclusive no carro, água, e nos passeios refrigerante. O percurso pelo deserto é feito em linha pelos carros, todos 4x4, uns se afastando mais ou menos para fazerem manobras para animarem os passageiros. De vez em quando algum carro fica atolado nas areias, mas o socorro vem logo, tendo em vista a fila de carros do comboio. Após darmos algumas voltas nas areias de carro, paramos em um local para ver o pôr-do-sol, tirar fotos, brincar de sandboard, e passar muito calor. Mesmo ao pôr-do-sol o calor é intenso. O esforço para andar e subir as dunas de areia também é muito grande, ou seja, é um passeio bem cansativo e pouco indicado para quem tem dificuldade de locomoção. Fatalmente areia irá entrar no sapato. Mas é uma experiência incrível e podemos sentir a dificuldade da vida no deserto. Depois disso, seguimos para um acampado que deveria ser como um acampamento que simula a vida dos beduínos (habitantes dos desertos), onde foi possível subir em camelo e dar uma voltinha na área e tirar fotos com falcão, e onde também foi servido um jantar. Este acampamento era para aqueles que compraram o jantar com bebida alcoólica incluída, ou seja, tínhamos cerveja e vinho liberados. Tem acampamento sem bebida alcoólica, que é um tanto mais barato. A cerveja, infelizmente, não era gelada, fria apenas. A comida era bem gostosa, com menu árabe típico, com várias opções de pratos. Tinha entrada, prato principal e sobremesa (essa eu não gostei muito, achei fraquinha, era melancia e um bolinho recheado meio sem graça). Quase não tinha fila para servir, tinha lugares à vontade para nos sentar, e ao final houve uma apresentação típica de uma dança árabe com uma bailarina, que foi bem divertido, a despeito do que eu imaginava ser. Passamos, aproximadamente, 4 horas no passeio e foi um tempo ótimo. O difícil mesmo é agüentar a viagem de volta com todo o cansaço do passeio. O perrengue, de fato, é grande, mas vale muito a pena a experiência.

Conseguimos fazer todos esses passeios e com isso, em 4 dias, cumprimos grande parte do roteiro turístico da cidade. Os demais dias estariam reservados aos hotéis, praticamente. Com isso, fizemos valer o que pretendíamos, ficar em um hotel mais em conta no início para passar pouco tempo nele e depois gastar um pouco mais com estadia. Nossa segunda parada hoteleira foi o Sofitel The Palm, localizado na Palmeira Jumeirah, artificialmente construída. O hotel é maravilhoso!!!! Decoração de muito bom gosto, hall imponente, funcionários muito educados e prestativos, limpo e muito luxuoso. Os funcionários fazem de tudo por nós. O Wi-Fi não estava funcionando no quarto e trouxeram um modem só para nós. As instalações são excelentes, com água gratuita nos quartos. Conta com uma piscina linda com vista para o mar do Golfo Pérsico, pequeno mercado, sorveteria, e atendimento na piscina e praia. Quarto amplo, com varanda que não deu pra usar por causa do calor, banheira incrível, banheiro integrado ao quarto, perfeito para casais. Não deu pra usar também muito o mar. Muito calor, e a temperatura da água era quentíssima, próximo de 35 graus. Os toalheiros sempre muito disponíveis, arrumavam sempre a espreguiçadeira para nós e encontravam sempre um lugarzinho para nos colocar, uma vez que os hóspedes têm o péssimo hábito de marcar os lugares nas espreguiçadeiras com toalhas ou objetos pessoais e saírem para tomar café ou até mesmo irem embora, uma vez que não há controle de devolução de toalhas. Apenas um arrependimento: reservamos o quarto sem café da manhã incluído. Como o hotel é bastante distante do comércio, tivemos que pagar pelo café da manhã. Na noite anterior, fizemos a reserva e tivemos desconto no café da manhã incrível!!!! Muitas opções, tudo de muito boa qualidade. Valeu muito a pena. Enfim, um hotel incrível, que funcionou muito bem nas duas noites que passamos lá!

Escolhemos o Sofitel por querermos ficar hospedados na palmeira artificial, e ter acesso rápido ao Atlantis the Palm, que é um dos hotéis mais famosos de Dubai. O Sofitel é vizinho do Atlantis e só não dava para irmos andando por causa do calor intenso. Em outras estações, a ida de um hotel para outro deve ser um passeio bem gostoso. Com a facilidade de estarmos ao lado do Atlantis, fomos um dia ao seu famoso Aquaventure WaterPark, o parque aquático que tem um aquário, e cujos brinquedos são integrados a eles. O parque é grande, muito cheio, bem bonito e a atração principal é, sem dúvida, o tobogã, que em seu final, chega em um túnel dentro do aquário. Eu filmei a descida do tobogã e a chegada no túnel, com tubarões ao meu redor. Muito legal e não dá medo algum. Como tinha fila e tava muito quente, só fui uma vez. O calor era tanto que queimava os pés no chão fervendo do piso do parque. Tudo no parque tem um preço salgadinho, como em qualquer lugar do mundo que o negócio é turismo. Cada foto tirada nos brinquedos sai por mais ou menos 100 dirhans. O que não é salgada, porém, é a água dos brinquedos do parque. Onde consegui ir, a água não era salgada, uma coisa impressionante ao pensar que estávamos no deserto, em um parque aquático com água doce!

Em termos de parque aquático, fomos também no Wild Wadi, que é o parque “concorrente” ao Atlantis Aquaventure park. O Wild Wadi fica no complexo Jumeirah, que ficamos no final da viagem. É um parque bem menos movimentado, com atrações bastante semelhantes às do outro, fora o Aquário, claro, mas com dois diferenciais. O primeiro é o tobogã que nos faz subir com a força da água. Ao invés de sempre descermos na bóia, a força da água nos impulsiona para cima também. Cuidado ao tentar subir em uma bóia um pouco murcha, pois os mais pesadinhos podem não conseguir subir. Bóias duplas são também um perigo para aqueles acima do peso rsrsrsrsrsr. O outro diferencial é subir e descer os brinquedos do parque tendo como vista os belíssimos hotéis Jumeirah Beach e Burj Al Arab. Sensacional!!! Achei o parque mais tranqüilo em relação ao calor, têm mais sombras, os preços são um pouco mais baratos e a água dos brinquedos nem sempre é doce, em alguns lugares é salobra. De qualquer forma, foi o meu preferido! Mas o que mais me impactou em ambos os parques foi as mulheres vestidas de “burkini”. O que eu achava, na minha ignorância, que era uma chacota, uma brincadeira com a vestimenta das muçulmanas, era verdade. Vi várias mulheres vestidas com roupas de banho de cima a baixo, algumas delas até tampando o rosto e o cabelo com véu para brincarem nos parques. Algumas delas tinham roupas coloridas, do tipo piscina e praia, outras, ao contrário, vestiam-se totalmente de preto, e até mesmo entravam na água de burka completa. O mais impactante, entretanto, eram aquelas que iam para o parque de burka preta e não entravam na água, enfrentando o imenso calor sem refresco. Enfim, outra cultura, não dá para criticar, apenas observar.

Esse parque faz parte de um complexo de hotéis, dos quais fazem parte o majestoso Burj Al Arab (aquele hotel em forma de vela de navio, que fica em uma ilha artificial, considerado o melhor do mundo), o Jumeirah Beach (aquele em forma de onda) e o Madinat Jumeirah (Madinat significa cidade em árabe), que tem 4 hotéis dentro dessa “cidade”. Destes 4, 3 são hotéis propriamente ditos e um outro é composto por vilas, cercadas por um canal construído dentro do complexo, margeando os quartos, que não são apenas quartos de hotel e sim pequenos apartamentos no tipo apart hotel, que têm acesso por uma espécie de gôndola ou pequeno barco (os abras) ou carrinhos de golfe (há caminhos para caminhadas). Por esses carrinhos é que se chega em qualquer lugar do complexo, incluindo praia, todos os hotéis e o parque aquático. É só esperar em um “ponto”, que logo alguém aparece para te pegar. Nossa última hospedagem foi numa dessas vilas, no Madinat Dar Al Masyaf. Cada vila tem uma pequena piscina próxima a ela e um mordomo com atendimento 24 horas. Não dá para descrever o que é o Madinat Dar Al Masyaf. O complexo realmente parece uma cidade na qual passa um rio, é incrível! É um hotel do estilo “fazemos tudo por você”! Tem toalheiros que arrumam as espreguiçadeiras, serviço de arrumação de quarto a qualquer momento, mimos como picolé na piscina privativa e água gelada na praia e em todas as piscinas do complexo. O quarto é um luxo só, enorme, confortável, bem decorado, com closet, e uma incrível sala de banho. Tem cafeteira, frutas, um sistema bastante moderno de monitoramento de luzes. E o mais sensacional de tudo: todos os dias, de 18 às 20, havia um happy hour com bebidas e aperitivos, por cortesia do hotel (um all inclusive de cerveja, espumante, vinho e destilados). Nosso concierge, o Viktor foi espetacular! Ele que nos servia no happy hour, fez as reservas de restaurantes para nós, nos atendeu em tudo o que foi possível, fazendo de tudo que nossa hospedagem fosse inesquecível, incluindo ajudar o Patrick em todos os preparativos para o incrível pedido de casamento feito ao pôr do sol em um abra. Não entrarei em detalhes aqui, pois foi uma experiência muito pessoal, e que não pode ser descrita em palavras.

O complexo é incrivelmente bem administrado, com tudo funcionando perfeitamente. Sempre tinha carrinhos passando, e eles sequer deixavam os hóspedes irem andando de um ponto para outro, sempre oferecendo transporte. As piscinas têm termômetro, de forma que a temperatura das águas de todas as piscinas fiquem sempre em 22 graus, o que torna o banho muito prazeroso, pois num calor escaldante, a temperatura do mar é de 35 graus, o que faz com que as águas calmas e cristalinas do Golfo Pérsico não sejam nada atraentes debaixo de um sol de mais de 40 graus todos os dias. Ficamos pouquíssimo tempo no mar, tendo em vista a alta temperatura da água, infelizmente, pois era tão transparente e verde que dava para ver os pés.

Os restaurantes do Madinat eram atrações dentro da atração maior. São inúmeros, e se pode escolher um por dia para almoçar ou jantar, dependendo do tipo de reserva feita. Vale muito a pena fazer a reserva do quarto com a opção de refeições no hotel, até porque sair de lá para comer em outros restaurantes só se for para valer muito a pena mesmo. Jantamos no Segretto (italiano), em um espanhol, que esqueci o nome, o qual gostei bem mais, e em um árabe no Souk do complexo. Em algumas opções é necessário pagar um valor por fora, o que só se faz jus se a vontade de comer em determinado lugar for muito grande, uma vez que as opções sem suplemento são muitas. O café da manhã, servido em 4 restaurantes, é fantástico, com tantas ilhas de comida e bebida que não dá pra aproveitar tudo. Fomos em dois diferentes, um melhor que o outro. Tem diversos queijos, pães, ovos, cafés, sucos, comida de verdade (arroz, macarrão, carne, salada, comida oriental), geléias, doces, e até um buffet de comida russa em um dia. É pra comer bem e não sentir fome o dia todo.

Mas a grande refeição que fizemos não foi propriamente uma refeição, fomos tomar uns drinks no Sky View Bar, no 27 andar do Burj Al Arab. Fizemos a reserva da mesa antecipadamente, por meio do nosso mordomo, claro, e fomos levados da nossa Vila até o hotel. No Burj Al Arab só se entra se for hóspede ou se tiver reserva em algum dos restaurantes de lá. Com a reserva em mãos, lá fomos nós, entrar no auto intitulado “melhor hotel do mundo”. O saguão é imenso, majestoso, e não há teto, a não ser aquele da cobertura do prédio. É um vão livre, no qual se consegue ver a porta de todos os apartamentos do hotel nos andares superiores. Tudo é muito luxuoso, o chão é coberto por tapetes, muitas luzes nas paredes, com um aquário ao lado das escadas rolantes que levam para o hall de elevadores, uma fonte de água entre as escadas rolantes, grandes sofás no hall superior, tudo com muita cor e muito dourado. É uma decoração realmente muito colorida, sem uma tendência de cores, como se fosse mais é muito. E é exatamente isso, tudo muito colorido, com a impressão de que tudo é muito caro, muito impressionante. Os elevadores para os hóspedes são separados, com um outro exclusivo para o Sky View Bar, onde fomos. O elevador é incrível, nada como os convencionais, tipo caixote. Ele se integra à forma do hotel e tem curvas! No bar, fomos colocados em uma mesa em frente à janela, devido à comemoração da noite, e que, segundo eles, era a melhor mesa do bar. Uma vista linda, atendimento maravilhoso, comidas excelentes e bebidas incríveis. Valeu cada centavo caro gasto. E gastaria mais, se pudesse levar o acessório de petiscos, em forma do hotel, que é exclusividade do bar e não está à venda, infelizmente.

Que o Madinat realmente é uma cidade, tá claro. Dentro dessa cidade tem também um mercado, o Souk Madinat, que é como se fosse o mercado de Deira, mas infinitamente menor, mais vazio, com ar condicionado e um pouquinho mais caro. A visita a um não inviabiliza o outro, mas a visita no Souk Madinat é bem menos estressante, com certeza. Esse Souk é mais uma das formas dos árabes concentrarem suas compras em lugares fechados e com ar condicionado, para se afastarem do calor intenso de boa parte do ano. Essa, talvez, seja a razão de os árabes gostarem e gastarem tanto com shopping centers. Realmente, o calor é absurdo, quem tem dificuldades em estar em ambientes muito quentes deve repensar 5 vezes antes de ir a Dubai no alto verão. Embora a climatização dos ambientes seja excelente, hora ou outra haverá necessidade de uma saída. Curtir a piscina e o mar também pode ser uma atividade impossível para quem tem aversão ao calor. É muito quente mesmo, com noites acima de 30 graus e dias alcançando 45 graus. Assim, com ambientes externos inóspitos, a vida em shopping, com tantas atrações, é muito compreensível. E os shoppings por lá são maravilhosos, verdadeiras atrações. Além do Dubai Mall, o maior do mundo, rodamos pelo Ibn Battutta, com preços bem mais em conta, pelo Mall of Emirates, que era o maior de Dubai, até o Dubai Mall ser construído, e que tem uma estação de ski indoor (fomos rapidinho brincar, mas não agüentamos muito tempo, tamanho o frio lá dentro, mesmo vestidos com as roupas fornecidas por eles), e pelo Marina Mall, que é deslumbrante! Falaram muito sobre não podermos andar de mãos dadas nos lugares públicos, pois seríamos recriminados com olhares ou até mesmo advertidos. Em nenhum momento isso aconteceu nos shoppings, nos restaurantes, nas ruas. Andamos quase sempre de mãos dadas, sempre com certa intimidade de casal e não sentimos qualquer tipo de recriminação. Apenas na Mesquita Sheikh Zayed que pediram que tirássemos fotos apenas juntos, não abraçados, mas de forma muito educada. Em relação às roupas, vê-se de tudo nos espaços públicos, desde mulheres tampadas de cima a baixo até outras com saias curtíssimas, barriga de fora e decotes, claro que estes últimos em menor freqüência. Com tanta diversidade cultural na cidade, com cidadãos do mundo inteiro, o regramento, se existia antes, sobre comportamentos e vestimentas deixou de existir. A cidade recebe turistas e mão de obra do mundo inteiro, é um grande canteiro de obras que precisa de trabalhadores para içar os grandes empreendimentos em andamento e planejados, e turistas para ocuparem os monumentos turísticos que a cidade produziu. Os turistas predominantemente vêm da Europa (principalmente da Inglaterra; ingleses são a maioria nos hotéis), Japão, Austrália e Nova Zelândia. Quase não vimos brasileiros por lá; o Brasil ainda não descobriu Dubai como um destino turístico, utilizando a rota, principalmente, de escala para a Ásia. Talvez isso mude com a isenção do visto, que deve sair nos próximos meses.

Sobre a comida, encontra-se todos os tipos de comida lá. Sobre os pratos árabes, eu os achei muito condimentados e com sabores bem fortes, em geral, usando muito a carne de cordeiro e camelo. Gostei bastante de quase todos eles, principalmente do kibe cru, que eles avisavam duas vezes, sempre, que era cru mesmo Rsrsrsrrs!! Da carne de camelo, eu a experimentei com uma massa bolonhesa e particularmente não gostei muito, achei um pouco sem sabor. Comemos bastante em shoppings, na rua, nos hotéis, desde fast food, passando por cafés até restaurantes bem caros. Mas de todos os restaurantes da cidade, o que eu mais fiquei encantada foi um que encontramos no Marina Mall, o Shakespeare and Co. É um restaurante com decoração do tipo vitoriana, encantador, super aconchegante, com o cardápio recheado de coisas gostosas e uma vitrine de doces maravilhosos! E nada muito caro! Infelizmente comi pouquíssimo lá, mas se tem um lugar que eu gostaria de voltar para comer, se eu voltar a Dubai, seria lá.

E falando sobre os preços na cidade como um todo, embora a moeda tenha quase o mesmo valor do real, a relação de preços é muito diferente da nossa. Há coisas bem mais caras e outras bem mais baratas, e que variam na cidade toda. Cerveja, por exemplo, só é vendida nos hotéis e é caríssima e não muito gelada, apenas fria. Não vale a pena. Mas drinks, em geral, são um pouco mais caros apenas que no Brasil. O preço da comida varia de lugar para lugar, tendo em vista que o céu é o limite para as coisas em Dubai. Você pode pagar 30 dirhans em uma refeição de almoço ou jantar, quanto 600 dirhans, ou bem mais! Depende do que comer e onde. Não fizemos muitas compras, na verdade. Algumas poucas lembrancinhas, mas nada muito barato, maquiagem (que sempre é mais barato fora do Brasil) e chocolates (Patrick fez a festa nos mercados de lá). Os preços valiam muito a pena e com muitas novidades. Aliás, os supermercados de lá nos fizerem sentir como se vivêssemos no interior do Brasil, e não na segunda maior cidade do Brasil. Quantas opções de queijos, condimentos, comidas, produtos de todas as linhas! Quanto aos táxis, já falei, não é barato como eu imaginava ser. As bandeiradas iniciais variam de um lugar para outro e o táxi híbrido é mais caro do que os convencionais.

Por fim, o avião de volta, como decidimos ir direto para o Rio, não foi o A380, e sim um Airbus comum. O serviço era exatamente o mesmo do vôo de ida, mas o avião é indiscutivelmente menos confortável. É um vôo que segue viagem para Buenos Aires e que, por também ser um avião menor, é, consequentemente, bem mais cheio.

Resumo da viagem! Vá a Dubai e seja recebido cordialmente por todos! É a regra! Quase não há exceção! Os árabes são extremamente gentis e educados e adoram que estejamos na cidade deles. Os moradores da cidade (estrangeiros) já a assumem como deles. É uma cidade modelo, limpa, segura e adorada por todos.

6 respostas para este tópico
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1. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Olá thatianalelis,

Bem-vinda ao fórum. Coloquei sua mensagem no fórum Emirados Árabes, no qual você certamente terá mais respostas da comunidade.

Muito obrigada por compartilhar suas dicas de viagem!

Michelle

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2. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Olá, Thatianalelis, primeiramente gostaria de lhe parabenizar pelo dom da paciência e da escrita. Em segundo lugar,seu post é F A N T Á S T I C O!!! Vc descreveu como poucos sua viagem e nos ensinou um pouco daquele lugar tão diferente dessa nossa realidade dura! Me deixou com imensa vontade de conhecer os Emirados Árabes. Algum dia irei, com certeza! Parabéns mais uma vez!! Pense em fazer um blog sobre suas viagens. Vc leva jeito. Grande abraço.

Editado em: 24 de Outubro de 2017, 17:41
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3. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Adorei o seu post. Realmente me ajudou muito. Adoro ler relatos de pessoas que contam com detalhes como foi sua experiência em cada lugar, assim fica mais fácil ter uma ideia de como serão os passeios. Parabéns!!!

Rio de Janeiro...
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4. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Ola!

Muito bom poder ajudar as pessoas e contribuir para a satisfação das pessoas! Obrigada pelos elogios! Fico muito feliz!

Obrigada e beijos!

Farroupilha, RS
Especialista no destino
for Discussão geral
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5. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Olá Thatiana!

Que relato interessante, ajuda a todos nós quando vamos programar uma viagem.

Parabéns por ser tão detalhista.

Solange

Estado de São Paulo
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6. Re: Conhecendo Dubai e um pouquinho de Abu Dhabi - Agosto/2017

Boa Noite

Sensacional seu post, me ajudou e muito! estarei indo em Agosto/2018

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