O que fazer em Guatemala City

Os melhores pontos turísticos em Guatemala City

O que fazer: Guatemala City

Reserve estas experiências para conhecer mais sobre Guatemala City.

Guatemala City: melhores atrações



*Geralmente se esgota: com base em dados sobre reservas e nas informações do fornecedor nos últimos 30 dias, é provável que esta experiência se esgote na Viator, uma empresa do Tripadvisor.

Nas palavras de outros viajantes

  • Luciana B
    Rio de Janeiro, RJ37 contribuições
    Adorei o zoo. É um lugar arborizado, os animais parecem muito bem tratados e tem umas áreas pra relaxar, sem contar que é no centro da Cidade da Guatemala. Ótimo para crianças. E ainda tem a possibilidade de fazer interação com os animais. Conta com uma praça de alimentação variada para antes ou depois do passeio.
    Feita em 13 de fevereiro de 2017
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • EOMilen
    Belo Horizonte, MG219 contribuições
    Sempre que venho a Guatemala é visita obrigatória e, desta vez ficamos hospedados nos hoteis do parque, que é incrível... Surpreendente os detalhes, a educação das pessoas, a generosidade das pessoas, a paisagem exuberante e os detalhes... Passaros de varias especies, arvores gigantes, lugar generoso para vir em quaisquer situações para relaxar e divertir intensamente. Venha conhecer...
    Feita em 27 de dezembro de 2014
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Talita C
    Jundiaí, SP11 contribuições
    Um shopping a céu aberto, muito elegante! Me senti em Londres! São muitas opções de restaurantes e lojas, lindo tanto de dia, quanto a noite! Os restaurantes são um pouco caros, mas vale a pena.
    Feita em 10 de março de 2018
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • ElianeGenofre
    Rio de Janeiro, RJ6.198 contribuições
    Aqui está a maior coleção de Arte Maia do mundo. Fica no mesmo Campus que o Museu Ixchel e se comprar o ingresso dos dois juntos, tem desconto. Paga-se para tirar fotos.
    Feita em 20 de novembro de 2017
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Caroolrocha
    São Paulo, SP74 contribuições
    Muito boa localização, facil de chagar, o caminho é bem tranquilo para ir andando, super seguro, o shopping possui lojas muito boas e com descontos absurdos! Recomendo ir até A loja de departamentos local e pesquisar muito, pois os descontos são MARA!!!

    Tem um pequeno terraço com uns restaurantes que é LINDO para comer.
    Feita em 27 de julho de 2018
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Talita C
    Jundiaí, SP11 contribuições
    É um museu têxtil. É muito interessante saber como se produziam tecidos antigamente e ver as diferenças de uma região para a outra.
    Feita em 10 de março de 2018
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • BrazilianSky
    Valinhos, SP3.315 contribuições
    Pequeno shopping, com áreas abertas, bastante verde, lojas boas e restaurantes melhores ainda.
    Boa opção de compras e alimentação para quem estiver na Zona 10 / Zona Viva. Tem estacionamento (pago).
    Feita em 11 de abril de 2017
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • stela R
    Salvador, BA91 contribuições
    O Mercado de uma cidade é o local onde podemos constatar a grande diversidade de culturas, tradições, hábitos, costumes e a forma de vida dos habitantes do país. Por isso, sempre reservo um tempo exclusivamente para conhecer pelo menos um dos mercados do local visitado. Na minha viagem à Guatemala, como existem muitos mercados, optei pelo Mercado Central, até mesmo pela facilidade de ir sozinha sem depender de guias turísticos, e foi uma experiência muito valiosa. O Mercado Central de Guatemala está localizado na Zona 1(centro da cidade) e nesta zona também estão os outros mercados, inclusive o grande Mercado Popular que muitos o confunde com o Mercado Central. Este, fica a duas quadras da Plaza de la Constitución, na parte posterior da Catedral Metropolitana, e, para chegar até o local, considerando como ponto de partida o Palácio Nacional de la Cultura, indo a pés, caminhe em direção ao lado direito da Catedral Metropolitana e vá descendo pela a 6ª calle até o fundo da Catedral, e na próxima quadra (entre a 8ª e 9ª avenida). Se optar ir pelo lado esquerdo da Catedral, siga pela 8ª calle) até o Museu Arquidiocesano de Santiago da Guatemala. Ali está ele! Na sua simplicidade, escondido no sub solo de um estacionamento, uma construção rude e com a fachada quase impercebível funcionando freneticamente após passar por quatro transformações em seu ciclo de existência. O acesso é totalmente livre e gratuito, aberto de segunda a sábado das 6 às 18 horas e aos domingos encerra às 13hs. Se desejar uma visita guiada, é melhor comprar um pacote turístico ou contratar um dos informantes que oferecem esse serviço naquelas redondezas. Eu preferi ir sozinha para ter mais liberdade e não encontrei dificuldades. Antes de visitar uma atração turística eu costumo buscar as informações sobre a história do local e levo um mapa rex (ou a planta baixa) para não perder muito tempo. Três a quatro horas foram suficientes para percorrer todo a parte interna e arredores do mercado que possui no total 1.200 espaços(lojas, boxes e barracas) que vendem de tudo, principalmente artesanatos de todas as regiões do país. Você também pode encontrar objetos de cerâmicas, acessórios e peças em jade, roupas e calçados, animais vivos, flores, frutas típicas regionais, especiarias e temperos, produtos e objetos para rituais religiosos, folhas desidratadas para chás (inclusive a exótica Rosa de Jamaica desidratada que é uma espécie de flor de tonalidade rosa forte que é muito utilizada na culinária guatemalteca para fazer refrescos, chás, doces, etc.), vários restaurantes de comidas típicas e da culinária regional com preços acessíveis. Em geral os vendedores são muito receptivos e gentis mas pechinchar é imperativo. O local é seguro e tem policiamento, mas, como todo centro de cidade, requer um certo cuidado com os bolsos e objetos de valor. Fiquei muito satisfeita com o pouco que comprei. Buscava umas bonequinhas guatemaltecas de pano com roupas típicas (huipiles) e pacotes do café local que é excelentes e muito mais barato que as lojas do aeroporto. Apesar do cheiro forte e enjoativo de carnes cruas, aproveitei para experimentar a culinária local. Dentre tantos restaurantes no local optei pelo “Los Olivos” e, por orientação da dona, pedi como entrada um típico “Caldo de Mariscos” que foi servido com “panecitos tostados” e, como principal, apostei no “Ceviche guatemalteco de camarão” servido com “temalito de chipilin” (veja nas fotos) muito saboroso. Na área sobre o Mercado está uma praça batizada em homenagem a anterior praça como “Plazuela de El Sagrário”, um espaço decorado com jarras (talhas) de cerâmicas e pedras. No entorno estão outras tantas lojas e barracas de produtos variados. Na escadaria da pracinha degustei uma taça de frutas cortadas e polvilhadas com “pepitas” (sementes de abóbora torradas e moídas). Se lhe sobrar tempo, vale a pena conhecer as lojas de piñatas como são chamados os bonecos, bichos e objetos usados em recreações infantis (na minha região a brincadeira é conhecida como “quebra-potes”). Como tinha reservado umas 4 horas para essa atração, fui parando em cada box para conversar e conhecer de perto um pouco dos costumes do povo, cultura da região e ouvir a história do mercado que vale a pena retransmitir bem resumidamente:
    O Mercado de Guatemala teve sua origem nos meados do Século XIX na época que a antiga cidade de Guatemala foi transferida para o “Valle de la Ermita”, e, seguindo os costumes da população que faziam suas compras no centro das cidades, os comerciantes se instalaram na Plaza Central (hoje Plaza de la Constitución) e, com o desenvolvimento econômico da região, a atividade comercial cresceu muito, ocupando toda a Plaza Central (também conhecida como Plaza Mayor), inclusive tomando toda a frente da Catedral. Os comerciantes ao se instalarem no local utilizaram estruturas feitas com caixas e caixões de madeira onde colocavam seus produtos expostos à venda, e por isso, era conhecidos como “cajones “ou “cajoneros”. As autoridades eclesiásticas, incomodadas com ocupação da área frontal da Igreja e com a expansão do comércio no local, protestaram exigindo a retirada dos “cajones” e “cajoneros” e, em 1824, um pouca antes da Independência de Guatemala, houve uma tentativa de transferir os vendedores e a estrutura do comércio para uma área maior ao oriente da Catedral, conhecido como “El Sagrário”, e que se encontrava abandonada antes mesmo da cidade ter sido transferida para o Vale da Ermita. Iniciou-se então um projeto para construção de um Mercado Público nesta área. Entretanto, houve oposição do Conselho Eclesiástico que alegava ter direitos de propriedade sobre a “Placita do El Sagrário” onde existia uma capela semi-destruída e um antigo cemitério de pobres e vulneráveis que estava totalmente lotado e encerrado. Então, iniciou-se uma batalha judicial que durou muitos anos, continuando a Plaza Central servindo de mercado público a céu aberto. Em 1833 os “cajoneros” foram, por ordem judicial, despejados da Plaza Central e transferidos provisoriamente para a parte leste da Catedral. Apesar do projeto para construção do Mercado na Placita del Sagrário ter sido concluído desde 1831, não pôde ser executado pois a placita foi considerada anti-higiênica e a construção não iria satisfazer as exigência sanitária públicas antes de transferir os cadáveres do cemitério El Sagrário para uma outra área maior conhecida como “San Juan de Dios”. Iniciou-se então os trabalhos de exumação dos corpos, quando surgiram falsos boatos sobre uma epidemia causada pelo vírus do cólera morbo que tinha se espalhado pela Europa e Norte da América, causando muitos estragos e que estava se espalhando pela cidade em consequência da prematura exumação dos cadáveres. Tempestivamente a Igreja embargou a exumação alegando que, além de ser um lugar sagrado, a área era de propriedade dela. Na realidade não ficou comprovado nenhum caso do cólera em Guatemala. Ultrapassada essa crise o projeto para construção do Mercado foi retomado, mas as autoridades enfrentaram uma série de conflitos com a comunidade civil que se rebelou apoiando a Igreja na disputa pela área. Em 1850, o arcebispo da Catedral publicou um documento impedindo a construção do Mercado na área do El Sagrário, mas o Conselho da Cidade de Guatemala contestou apresentando os Decretos que autorizavam a construção de um mercado para a cidade com 48 lojas e 56 gavetas a fim de evacuar a Praça Central. Depois de anos de contendas, em 1855 o Conselho da Cidade e do Estado logrou um acordo com o Arcebispo e então foi emitido um novo Decreto que ordenava a compra dos bens do Tabernáculo e determinando a avaliação das terras cujas ações foram rapidamente compradas pelos moradores mais ricos das regiões. Assim, no dia 24 de outubro de 1869, foi lançada a pedra para a fundação do Mercado da cidade cuja construção foi concluída em 15 de fevereiro de 1871 e batizado com o nome de MERCADO CERNA. Antes de ser oficialmente inaugurado em 16 de outubro, mesma época do triunfo da Revolução liberal de 1871, ocorreu o seu primeiro evento social quando foi oferecido em suas instalações um banquete aos oficiais que participaram dessa revolução.
    A construção em estilo moderno colonial custou 113 mil pesos (moeda da época) e ocupava um quarteirão inteiro, com apenas um piso térreo. Possuía portas gigantes para a entrada de transportadores e uma estação subterrânea de agua que abastecia todo o mercado. Estava dividido em duas partes: uma área denominada Praça Norte que era a parte exterior com 64 lojas onde eram vendidas roupas, acessórios, calçados, solas(couro) e ceras, louça, colchões, sal, carnes, grãos, especiarias e as cozinhas. E a Praça Sul, a parte interior do mercado, com 78 lojas ou “cajones” para venda de roupas e 210 espaços individuais com galpões, galerias, barracas, para venda de flores, frutas, legumes, etc.
    Entre 1917 a 1918 o Mercado teve que ser parcialmente reconstruído em virtude dos graves danos causados pelos terremotos. Em 4 de fevereiro de 1976, o terremoto de San Gilberto causou irreparáveis danos em toda a estrutura e sem possibilidade de reconstrução. Anos mais tarde, por decisão do então prefeito da Guatemala, foi demolida toda a moderna estrutura e a fundação, restando no local apenas um grande espaço escavado profundamente, e no local foi construído um edifício rude para abrigar todos os comerciantes. Sobre o mercado está uma praça construída com o mesmo nome, em homenagem a antiga Plazuela de El Sagrário. Assim surgiu o atual Mercado, inaugurado em 12 de dezembro de 1982 com o nome de MERCADO CENTRAL DE GUATEMALA, que abriga um Centro de Artesanatos Nacionais e funciona até hoje, se tornando um dos lugares mais turísticos da cidade.
    Depois da visita ao mercado, para fechar com chave de ouro, já que é muito próxima, sugiro que vá “Sextear”, como se referem os guatemaltecos ao passeio pela 6ª Avenida que antigamente era o ponto mais chique de Guatemala quando era conhecida como “Calle Real”, onde se instalaram os mais prestigiados comerciantes e funcionavam as melhores lojas de marcas, destacando-se as lojas de moda, salas de cinemas e onde funcionava o famoso “Cine Tikal”. Caminhe por essa curiosa avenida que na sua época áurea foi comparada com a quinta avenida de NY, e que após um plano municipal de revitalização, foi implantado o projeto “Paseo de la Sexta” incluindo nela elementos modernos como mobiliário e objetos de artes. Imperdível!
    Feita em 8 de maio de 2020
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Vera C
    27 contribuições
    No centro histórico vale a visita! Além da catedral há vários edifícios antigos que são belíssimos. No entorno há batidos restaurantes . Da para sair andando e chegar ao museu de belas artes ! Maravilhoso!
    Feita em 16 de janeiro de 2019
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • MBGMT
    Porto, Portugal162 contribuições
    Esta é a zona dos hotéis, restaurantes e movida. Está televigiada 24h/dia mas não quer dizer q seja segura para andar a partir do pôr do sol. Mesmo durante o dia é necessário andar com muito cuidado e, de preferência sempre acompanhado.
    Muitos restaurantes simpáticos e spots interessantes para beber um copo.
    Feita em 31 de agosto de 2017
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Maluemviagem
    Cotia, SP832 contribuições
    O Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia é muito surpreendente. O museu é pequeno, mas seu conteúdo é magnifico. É bem montado e se aprende muito sobre a civilização maia. Vale a pena a visita.
    Feita em 4 de junho de 2019
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Caio Giomo
    Pedreira, SP111 contribuições
    Recomendo muito o tour guiado. Durante esse passeio o guia aborda muitos temas gerais da Guatemala, porém obviamente o principal foco é o Palácio, no qual ele entra a fundo no tema detalhando desde a construção do prédio até as obras de artes que estão dentro do edifício. Chilero!
    Feita em 3 de março de 2021
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • André Serantoni
    São Paulo, SP20 contribuições
    a atração é uma maquete da geografia do país e seus vizinhos (como belize que já pertenceu a guatemala). A melhor maquete que já vi que dá um entendimento geografico do pais fantastico.
    Feita em 28 de julho de 2016
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
  • Paolo S
    Brescia, Itália1.962 contribuições
    Bonito este museu criado pra que as criancas tivessem um barato. Muito bom e educativo ao mesmo tempo!!!
    Feita em 16 de janeiro de 2016
    Esta avaliação representa a opinião subjetiva de um membro do Tripadvisor, e não da TripAdvisor LLC.
Perguntas frequentes sobre Guatemala City


De acordo com os viajantes do Tripadvisor, as melhores atividades ao ar livre em Guatemala City são: Veja todas as atividades ao ar livre em Guatemala City no Tripadvisor


De acordo com os viajantes do Tripadvisor, as melhores coisas para fazer com as crianças em Guatemala City são: Veja todas as coisas para fazer com as crianças em Guatemala City no Tripadvisor